


"Jerry Lewis recusa tudo o que parece "normal", só respira, a rigor, nessa desmesura e nesse delírio onírico, em que as lendas fingidas são a expressão mais evidente.
Em "O Mocinho Encrenqueiro", demasiado não é muito. Ninguém levou tão longe a destruição sistemática do chamado "universo normal" e, sobretudo, ninguém antes dele tinha ousado aventurar-se, a ir para trás do espelho explorar esse universo agonizante, estranhamento próximo de Kafka e de Borges".
(Yves Boisset, Cinema 63)
Fotos de cima para baixo: "O Otário" ( em forma de espelho embaçado), Stella Stevens em expressão ambígua ("O Professor Aloprado) e "O Mocinho Encrenqueiro".
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